Levando a sério o jornalismo 24 horas por dia.

Homicidômetro - Assassinatos no Ceará em 2020

2.157 em 19/06/2020

Justiça: advogada esclarece que seu cliente não tem participação nem é investigado por assassinatos no Lagamar e Aerolândia

Martelo da Justiça

A advogada Herbênia Rodrigues esclareceu ao blogdofernandoribeiro.com.br, na tarde desta quinta-feira (24),  que seu cliente João Bosco da Rocha, o “João Presinha”, nega veementemente ter envolvimento em qualquer  tipo de ação criminosa ligada à sucessão de assassinatos que vem ocorrendo nos últimos dias nas comunidades do Lagamar e Aerolândia, conforme notícia postada neste blog na última terça-feira (22) e que teve ampla repercussão.

João Bosco da Rocha, segundo ela, nunca respondeu a nenhum processo criminal ou sequer foi indiciado em inquérito policial por conta de acusação ou suspeito de envolvimento em crimes contra a vida. “Ele sequer foi alvo de qualquer investigação ou procedimento por conta de homicídios. E diante da notícia se sentiu prejudicado. Jamais se envolveu em assassinatos nem mandou matar ninguém. É terminantemente contra qualquer tipo de violência e isto precisa ser esclarecido”, afirma Herbênia.

A advogada esclarece que,  João Bosco da Rocha responde a dois processos judiciais, ambos em que é réu por crime de tráfico de entorpecentes. Em um deles, foi julgado e condenado (em 2004)  a seis anos de prisão, Contudo, ingressou com recurso contra a decisão judicial e, por ter tido a prisão relaxada ainda no curso da tramitação do processo, teve o direito de recorrer em liberdade. “Compareceu a todos os atos judiciais para os quais foi convocado e esteve sempre disposto a colaborar com a Justiça”.

Herbênia Rodrigues afirma, ainda que o segundo processo não foi ainda julgado e que seu constituinte contesta, sob todos os aspectos,  a informação de que estaria envolvido nos recentes assassinatos registrados na área do Lagamar.   Segundo ela, contra “João Presinha” não pesam sequer suspeitas ou indícios de ligação com os homicídios.

A representante jurídica de João Bosco informou também ter buscado pessoalmente informações junto à Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) sobre a existência de algum procedimento ou investigação envolvendo o nome do seu cliente e foi formalmente informada que não há nenhuma investigação que envolva João Bosco, o que confirma sua total isenção sobre os fatos narrados na matéria. 

Adicionar comentário


Código de segurança
Atualizar